Ele estava ali no meu quarto, pelado, com seu corpo perfeito, musculoso e depilado, sorrindo para mim com aquele sorriso dele que demonstra toda certeza de que eu estou entregue. Mike é meu vizinho desde sempre. Eu que o vi crescer já que temos uma diferença de idade de alguns anos. Vi se tornar este homem maravilhoso que estava de pé na minha frente, oferecendo o membro duro para que eu chupasse. Ele havia me passado seu telefone alguns dias atrás, quando pediu cinco reais emprestado ao cruzar comigo na rua, disse para que eu o ligasse qualquer dia que ele me faria uma visita. Eu o liguei naquele sábado a tarde, não tinha nada para fazer mesmo, e ele atendeu o telefone animado. Disse que tomaria um banho e estaria na minha casa em meia hora. Dito e feito. Ele chegou com aquele sorriso dele de sempre. Aquele sorriso que ele sempre me dá na rua. Aquele sorriso de quem pensa que com certeza vai me comer. E agora ele estava lá. No meu quarto, de pé do lado da cama, completamente pelado.
Eu então levantei e o beijei. Nosso primeiro beijo havia sido ainda na sala, quando fechei a porta atrás dele. Ele deixou claro o que veio fazer ali. Logo tirou a camisa, exibindo o peitoral forte e contraindo os músculos do abdômen. Comentei que ele tinha um corpo lindo e ele se envaideceu, falou que estava fraquinho ainda, que ia treinar mais para ficar maior. Fui eu que tirei-lhe a bermuda surfwear que ele usava. Também fui eu mesmo que tirei a minha roupa quando sentei na cama. Também era eu que apertava as nádegas dele entre meus dedos, enquanto engolia seu pênis grosso e ele segurava minha cabeça, olhei para cima enquanto eu jogava minha barba contra seu quadril e ele tinha a cabeça jogada para trás.
Quando eu o puxei para cama, e ele deitou-se por cima de mim. Beijava-me e minhas unhas arranhavam-lhe as costas, ele então levantou-se sobre seus braços fortes, contraindo os músculos, principalmente seu tríceps e sorriu para mim. Aquele sorriso de sempre, dono de uma segurança exemplar. E deitou-se do meu lado, colocando as mãos sobre a cabeça, contraia novamente seu peitoral e o abdômen, e disse-me: "Pode aproveitar!". Eu não entendi muito bem o que ele queria dizer com aquilo, mas o pau em riste era um convite para cavalgá-lo. Com a camisinha a mão, sentei naquele pênis rijo, ele me olhava com cara de prazer, mas concentrava-se também em manter o abdômen travado, sobretudo quando minhas mãos roçavam-lhe a barriga. Sentado sobre seu quadril, rebolando, contudo, foi que notei que, naquele momento, mais importante do que eu ali, era ele estar bonito. Ele, mesmo, naquele instante não estava fazendo nada além de posar e manter-se bonito enquanto eu o cavalgava. "Pode aproveitar!" ressovava nos meus ouvidos e o suor escorria pelos nossos corpos. Peguei então meu pênis duro e me masturbei. Aproveitava-o dentro de mim e a visão magnífica daquele corpo até que gozei sobre sua pele branca.
Levantei rápido e trouxe-lhe papel higiênico. Ele limpava a barriga quando cobrou. "E aí como ficamos?". Eu não entendi e ele correu para se explicar. "Eu normalmente cobro trezentos reais, mas como você é conhecido, você pode me dar o quanto quiser". E sorriu. "O quanto você acha que valeu!". Eu ri. "Mesmo?", falei. Ele confirmou e eu abri o guarda roupa e tirei uma nota de 5 reais lá de dentro. Coloquei no criado-mudo e saí do quarto. Ele veio atrás. "Só isso?". Eu confirmei. "Se você tivesse feito um pouco mais do que apenas ser bonito lá dentro, meu caro. Se não tivesse me feito ficar entediado no meio do sexo. Talvez valesse mais..."






